Curva de Custo Marginal de Abatimento
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Estudo de Curva MAC · realizado pela Planton

Sobre Este Estudo

Identificamos 4 projetos de descarbonização
priorizados pelo custo por tonelada de CO₂e evitada.

A Edenred realizou seu inventário de GEE para o ano-base 2025, mapeando emissões em Escopos 1, 2 e 3 em suas marcas no Brasil: Ticket, Ticket Log, Repom, Edenred Pay e Punto. Com base nesse inventário, a Planton identificou e priorizou iniciativas de descarbonização usando a metodologia de Custo Marginal de Abatimento (MAC).

Dos quatro projetos identificados, P01 e P02 têm MAC negativo — ou seja, geram economia financeira líquida enquanto reduzem emissões. O P04 (Ecomilhas — deslocamento casa-trabalho) e P03 (eletrificação da frota) têm MAC positivo, mas representam ações estratégicas sobre E3 e E1. Juntos, os 4 projetos entregam uma redução de 747,06 tCO₂e/ano com investimento total de R$ 1,45M.

PASSO 1 — CONCLUÍDO

Inventário GHG 2025

Quantificação de todas as emissões de Escopos 1, 2 e 3. Registrado no PBGHG. Este documento é o ponto de partida.

PASSO 2 — ESTE DOCUMENTO

Curva MAC

Análise de 4 projetos de descarbonização priorizados por custo-efetividade. P01 e P02 têm retorno financeiro positivo.

Plano de Ação

Aprovação interna, contratação e execução dos projetos conforme o roadmap, com monitoramento e atualização do inventário.

Total de Emissões (inventário)
18.912
tCO₂e/ano · market-based · todos os escopos
Redução do Portfólio
5.405
tCO₂e · 4 projetos (747,06/ano)
+ revisão metodológica (4.658)
Investimento Total (CAPEX)
R$ 1,45M
4 projetos · Fase 1 e 2
Projetos com MAC < 0
2 / 4
P01 e P02 auto-financiáveis · P04 e P03 estratégicos
Inventário de Emissões — GHG Protocol 2025

Clique nos escopos e subcategorias para expandir. Escopo 2: valores location-based (market-based = 0 por IREC). ⚑ = possui projeto associado. Percentuais aparecem no nível mais detalhado.

Categoria tCO₂e/ano % do Grupo % do Inventário
ESCOPO 1 — Emissões Diretas 55,75
0,295%
Combustão Móvel (frota) 35,87
64,34%
0,188%
⚑ Gasolina (frota) 10,39
28,96%
0,055%
Etanol (frota) i 25,48
71,04%
0,134%
Combustão Estacionária 11,64
20,88%
0,061%
Diesel — Estacionário 11,51
98,88%
0,060%
Gás Natural — Estacionário 0,13
1,12%
0,001%
Efluentes 7,25
13,00%
0,038%
Nitrogênio Efluentes 5,73
79,03%
0,030%
Efluentes — DBO 1,52
20,97%
0,008%
Emissões Fugitivas 1,00
1,79%
0,005%
HFC-410A (gases refrigerantes) 0,61
61,00%
0,003%
Extintor de Incêndio — CO₂ 0,39
39,00%
0,002%
ESCOPO 2 — Aquisição de energia elétrica (location-based) 122,40
0,647%
ESCOPO 2 — Aquisição de energia elétrica (market-based) 100% coberto por I-REC 0,00
0,000%
Energia Elétrica Adquirida 122,40
100,00%
0,647%
Eletricidade — Operações (market-based = 0) 96,50
78,84%
0,507%
Eletricidade — Data Center (sai em 2026) 25,90
21,16%
0,136%
ESCOPO 3 — Cadeia de Valor 18.856,05
99,705%
Deslocamento Casa-Trabalho 2.144,87
11,37%
11,27%
Veículo a Gasolina 1.940,31
90,46%
10,19%
Transporte Público 152,37
7,10%
0,80%
Teletrabalho 19,11
0,89%
0,10%
Moto a Gasolina 17,17
0,80%
0,090%
Veículo a Diesel 15,91
0,74%
0,084%
Viagens a Negócios 908,67
4,82%
4,77%
Viagem Aérea — Média Distância 550,68
60,60%
2,89%
Viagem Aérea — Longa Distância 210,51
23,17%
1,11%
⚑ Viagem Aérea — Curta Distância 99,22
10,92%
0,52%
Carro Alugado 48,26
5,31%
0,25%
Resíduos 11,49
0,061%
0,060%
Rejeito — Aterro 4,72
41,09%
0,025%
Orgânico — Aterro 0,19
1,67%
0,001%
Orgânico — Compostagem 0,57
4,98%
0,003%
Reciclagem — Diversos 1,22
10,61%
0,006%
Recuperação Energética 4,26
37,07%
0,022%
Lodo de ETE (Tratamento Biológico) 0,53
4,59%
0,003%
Bens e serviços comprados 12.379,84
65,66%
65,04%
⚑ Cartões PVC (por massa) 63,74
0,51%
0,335%
Demais bens e serviços 12.316,10
99,49%
64,71%
Transporte e distribuição upstream 3.381,31
17,94%
17,76%
Expedição de cartões (t·km) 22,86
0,68%
0,120%
Frete rodoviário 3.358,45
99,32%
17,64%
TOTAL GERAL DO INVENTÁRIO 18.911,80 GHG Protocol 2025 · market-based: E1 (55,75) + E2 (0 por IREC) + E3 (18.856,05) = 18.911,80 tCO₂e
Premissas Metodológicas

Parâmetros Financeiros

WACC i10% a.a.
Vida útil i15 anos
CRF i0,131474
Fronteira iControle Operacional

Fatores de Emissão

Etanol (frota)0,0464 kgCO₂e/L
Gasolina (frota) i2,212 kgCO₂e/L
Grid SIN 2024 i0,0542 tCO₂e/MWh
PVC virgem i2.944,76 kgCO₂e/t
PVC reciclado i1.847,82 kgCO₂e/t

Fontes

E1/E2MCTI 2024 i
PVCDEFRA 2025 i/td>
VoosInventário 2025
MetodologiaGHG Protocol i

MAC = (CAPEX × CRF + ΔOpex) / Redução anual (tCO₂e/ano). MAC negativo indica que o projeto gera economia líquida. IREC cobre 100% do Escopo 2 market-based (E2 market-based = 0). C1 e C4 com dados financeiros estão em revisão metodológica separada e não compõem os projetos MAC desta fase.

Curva de Custo Marginal de Abatimento

Portfólio de Descarbonização

Largura da barra = volume de redução (tCO₂e/ano) · Barras abaixo de zero = MAC negativo (geram economia líquida) · Barras acima de zero = MAC positivo (custo por tonelada).

MAC negativo · gera economia líquida
MAC positivo · custo estratégico
Linha zero (R$ 0/tCO₂e)

Portfólio de Projetos

Detalhamento por Projeto

P01 Extensão da Validade dos Cartões PVC (3 → 7 anos)
E3 Cat.1 Fase 1
MAC i −R$ 37.946/tCO₂e
Redução/Ano
14,57
tCO₂e/ano
CAPEX
R$ 80.000
investimento
ΔOpex/Ano
−R$ 563.394
economia
Prazo Impl.
12
meses
Objetivo
Estender a validade dos cartões PVC de 3 para 7 anos, reduzindo o volume anual de cartões produzidos e, consequentemente, as emissões de CO₂e associadas à fabricação do material.
Cenário Atual
O inventário GHG 2025 registra o consumo de 32.043 kg de PVC/ano na produção de cartões. Cada cartão pesa 5,2g em média, o que equivale a aproximadamente 6,16 milhões de cartões emitidos por ano. A emissão total associada a esse volume é de 63,74 tCO₂e/ano, calculada com fator médio de 1,989 kgCO₂e/kg de PVC — valor derivado diretamente do inventário (63.740 kgCO₂e ÷ 32.043 kg). Esse fator é uma composição entre PVC virgem (2.944,76 kgCO₂e/t, DEFRA 2025) e PVC reciclado (1.847,82 kgCO₂e/t, DEFRA 2025). Resolvendo a equação, o mix atual é de aproximadamente 13% virgem e 87% reciclado.
Premissas e Considerações
O modelo adota um cenário realista de 40% de adoção — a fatia elegível de menor risco operacional (ex.: cartões de débito puro e contas digitais de varejo), protegendo a estimativa contra distorções de reemissões prematuras (perda, roubo e fraude).

Metodologia top-down do ciclo de vida: com validade de 3 anos, a base ativa em circulação é 6.162.115 × 3 = 18.486.345 cartões. Com a nova validade de 7 anos, a produção anual necessária cai para 18.486.345 ÷ 7 = 2.640.906 cartões/ano — um potencial teórico de 3.521.209 cartões/ano a menos. Aplicando os 40% de adoção: 1.408.484 cartões/ano a menos.

Redução de emissão: 1.408.484 × 5,2g = 7.324,12 kg de PVC deixados de ser produzidos. Aplicando o fator médio: 7.324,12 kg × 1,989 kgCO₂e/kg = 14.568 kgCO₂e ≈ 14,57 tCO₂e/ano.
Lógica do CAPEX — R$ 80.000
O CAPEX cobre os custos para viabilizar a mudança operacional e tecnológica: atualização dos sistemas de emissão de cartões para suportar o novo ciclo de validade, certificação junto às bandeiras (Visa e Mastercard), testes de segurança e homologação. A estimativa de R$80k é preliminar e deve ser confirmada com as áreas de TI e jurídico antes da aprovação do projeto.
Lógica do ΔOpex — −R$ 563.394/ano
A economia operacional vem diretamente da redução de 1.408.484 cartões produzidos por ano. Usando R$0,40 por cartão como referência de custo de produção e personalização, a economia anual estimada é: 1.408.484 × R$0,40 = R$563.394/ano. O custo unitário de R$0,40/cartão precisa ser validado com a área de operações e o fornecedor — é o único parâmetro financeiro sem dado confirmado.
Baseline Endereçado
63,74 tCO₂e/ano · E3 Cat.1 — Bens e Serviços Comprados
Redução de 22,86%: 14,57 tCO₂e/ano evitados
Próxima Ação Confirmar com operações a estimativa de 1.408.484 cartões/ano (adoção 40%); acionar jurídico para negociação de validade estendida com Visa e Mastercard.
P02 Política Virtual-First para Voos de Curta Distância
E3 Cat.6 Fase 1
MAC i −R$ 11.398/tCO₂e
Redução/Ano
69,46
tCO₂e/ano
CAPEX
R$ 80.000
investimento
ΔOpex/Ano
−R$ 802.200
economia
Prazo Impl.
6
meses
Objetivo
Substituir voos domésticos de curta distância — rotas abaixo de 500 km — por videoconferência, reduzindo as emissões de Escopo 3 associadas a viagens corporativas sem impactar a operação do negócio.
Cenário Atual
Em 2025, os voos de curta distância geraram 99,22 tCO₂e, referentes a 732.151 km registrados no inventário. O fator de emissão utilizado é 0,0001355 tCO₂e/km (por km, não por passageiro-quilômetro). Este projeto endereça exclusivamente os voos curtos abaixo de 500 km: as categorias de média distância (550,68 tCO₂e) e longa distância (210,51 tCO₂e) ficam fora do escopo desta fase.
Premissas e Considerações
A meta de substituir 70% dos voos curtos por videoconferência é baseada em benchmarks de programas virtual-first em empresas de serviços com perfil similar: a faixa típica de adesão observada nesses programas fica entre 60% e 80%. O valor de 70% é conservador e situado no meio dessa faixa.

São 1.464 voos curtos abaixo de 500 km por ano (732.151 km ÷ 500 km); aplicando os 70%, chega-se a 1.025 voos evitados. Em emissão: 99,22 tCO₂e × 70% = 69,46 tCO₂e/ano evitados.
Lógica do CAPEX — R$ 80.000
O CAPEX cobre quatro itens: elaboração da política formal de viagens com aprovação jurídica e de RH (R$20k); treinamento de gestores e líderes de área (R$15k); upgrade ou novas licenças de videoconferência para acomodar a demanda adicional (R$30k); e campanha interna de lançamento da política (R$15k). Total: R$80k, a confirmar com as áreas de RH e TI.
Lógica do ΔOpex — −R$ 802.200/ano
A economia vem da eliminação de despesas com passagens, hospedagem e transporte, considerando os 1.025 voos evitados/ano (1.464 voos × 70%).

· Passagens aéreas: 1.025 voos × R$700 (média doméstica) = R$717.500/ano
· Hospedagem: 30% dos voos exigem pernoite → 308 viagens × R$250/noite = R$77.000/ano. A proporção de 30% é uma estimativa com base no perfil típico de viagens corporativas de curta duração — a confirmar com dados internos de viagens.
· Transporte terrestre: 308 × R$25 (taxi/rideshare médio) = R$7.700/ano

Total: R$717.500 + R$77.000 + R$7.700 = R$802.200/ano ≈ −R$802k
Baseline Endereçado
99,22 tCO₂e/ano · E3 Cat.6 — Viagens a Negócios (curta distância <500 km)
Redução de 70%: 69,46 tCO₂e/ano evitados
Próxima Ação Elaborar política formal com critérios claros de aprovação por distância; comunicar para RH e gestores de área; definir painel de monitoramento de viagens evitadas.
P04 Programa Ecomilhas — Deslocamento Casa-Trabalho (Gasolina)
E3 Cat.7 Fase 1
MAC i +R$ 368/tCO₂e
Redução/Ano
652
tCO₂e/ano
CAPEX
R$ 0
investimento
ΔOpex/Ano
+R$ 240.000
custo operacional
Prazo Impl.
12
meses
Objetivo
Endereçar o deslocamento casa-trabalho (E3 Cat.7 — 2.169,55 tCO₂e/ano, maior categoria do Escopo 3 após revisão metodológica) por meio do Programa Ecomilhas: plataforma de descarbonização gameficada que combina rastreamento de trajetos, ranking de adesão e catálogo de recompensas. O onboarding estrutura uma competição de 30 dias (Grand Prix) — colaboradores ganham pontos por trajetos sustentáveis (etanol, metrô, trem, bicicleta, carona) e resgatam recompensas em mais de 20.000 opções (pix, gift card, descontos, itens customizados). As toneladas de CO₂e evitadas são auditadas pela KPMG (cortesia nos primeiros 24 meses) e reportadas no inventário corporativo.

O programa é executado por unidade — com estratégias distintas para cada realidade de mobilidade urbana, dado que o carro a gasolina concentra 89,4% (1.940,31 tCO₂e) das emissões da categoria mas a transição depende da infraestrutura local.
Cenário Atual
A pesquisa de deslocamento casa-trabalho (1.202 respondentes) foi extrapolada para os 3.084 colaboradores do grupo, identificando 1.869 comutadores que usam carro a gasolina distribuídos em 4 unidades. O fator de emissão do carro a gasolina é de 0,146 kgCO₂e/km, derivado diretamente do inventário (13.287.669 km → 1.940,31 tCO₂e). Para comparação, o carro a etanol emite 0,0053 kgCO₂e/km e o metrô emite 0,0030 kgCO₂e/km — ambos derivados do mesmo inventário.
Premissas — Cenário A: Troca de Combustível
Unidades: Ticket Log (Campo Bom) e Repom (Alphaville)
Campo Bom e Alphaville têm infraestrutura de transporte público limitada. A ação mais viável é a troca de gasolina para etanol — possível sem modificar o veículo, já que a maioria dos carros brasileiros é flex. Importante: com etanol atualmente em torno de 61% do preço da gasolina, o ponto de equilíbrio financeiro para o motorista flex é 70% — ou seja, trocar já gera economia para o colaborador sem nenhum incentivo adicional da empresa.

A taxa de adesão de 50% é uma estimativa conservadora, baseada no pressuposto de que metade dos comutadores que usam gasolina têm veículo flex e optarão pela troca quando conscientizados.

· Ticket Log: 1.103 colaboradores × 50% × 5.162 km médio/ano por colaborador = 2.849.424 km migrados → 401 tCO₂e/ano
· Repom: 54 × 50% × 6.188 km médio/ano por colaborador = 167.076 km migrados → 23 tCO₂e/ano
Subtotal A: 424 tCO₂e/ano
Premissas — Cenário B: Mudança de Modal
Unidade: Ticket Serviços (São Paulo)
São Paulo dispõe de modais ativos com fatores de emissão muito inferiores ao carro a gasolina (0,146 kgCO₂e/km): metrô a 0,0030 kgCO₂e/km (−98%) e trem a 0,0075 kgCO₂e/km (−95%) — fatores derivados do Inventário GHG Edenred 2025. Dos 576 respondentes do Ticket Serviços, 202 usam carro próprio, mas 84 já usam metrô e 80 usam trem — o que valida que a transição é culturalmente viável nessa unidade.

A taxa de 30% de adesão à mudança de modal é conservadora: considera que parte dos comutadores de carro tem restrições reais de distância ou horário que inviabilizam o transporte público.

· 679 colaboradores × 30% × 7.833 km médio/ano por colaborador = 1.597.932 km migrados para metrô/trem
· Fator médio metrô/trem: 0,0052 kgCO₂e/km → redução de 0,1408 kgCO₂e/km por km migrado
Subtotal B: 228 tCO₂e/ano

Total combinado: 652 tCO₂e/ano (30,05% das emissões totais da categoria)
Lógica do CAPEX — R$ 0
O Programa Ecomilhas opera em modelo SaaS, sem CAPEX de implementação. A plataforma de rastreamento de trajetos, o dashboard real-time, o app de colaboradores e a loja de resgate já estão desenvolvidos e são disponibilizados via licença mensal. Não há aquisição de hardware, desenvolvimento sob medida ou contratação de infraestrutura — a implementação inclui 20 horas de atendimento, treinamentos e campanha de engajamento, todos cobertos pelo contrato.
Lógica do ΔOpex — +R$ 240.000/ano
O ΔOpex é composto pelos dois itens da proposta comercial Ecomilhas, na faixa de 2.001 a 3.000 colaboradores ativos — em que o Grupo Edenred se enquadra:

· Licença mensal do app: R$ 15.000/mês × 12 = R$ 180.000/ano. Cobre acesso da base de colaboradores ao app Ecomilhas, dashboard de controle de trajetos e auditoria de reduções.
· Saldo mínimo de recarga: R$ 5.000/mês × 12 = R$ 60.000/ano. Valor integralmente destinado à loja de resgate (recompensas dos colaboradores) — saldo não expira, acumula entre meses e admite recompensas customizadas sem custo adicional.

Termos contratuais (Proposta Comercial Ecomilhas):
· Metodologia de cálculo conforme GHG Protocol — Chapter 7 (Employee Commuting).
· Relato de redução de emissões auditado pela KPMG — cortesia nos primeiros 24 meses; cobrado à parte após esse período.
· Contrato pré-definido em 24 meses, prorrogável por mais 24 sem manifestação entre as partes.
· 20 horas de atendimento, treinamentos e campanha de engajamento inclusas.
· Trajetos em finais de semana (fora do escopo 3 corporativo) podem ser comprados separadamente para neutralização ao preço sugerido de R$ 60/tCO₂e.

Cálculo do MAC: (R$ 0 × 0,131474 + R$ 240.000) ÷ 652 tCO₂e/ano = R$ 368/tCO₂e.
Baseline Endereçado
2.169,55 tCO₂e/ano · E3 Cat.7 — Deslocamento casa-trabalho (total da categoria)
Cenário A (Ticket Log + Repom): −424 tCO₂e
Cenário B (Ticket Serviços SP): −228 tCO₂e
Redução total: 30,05% → 652 tCO₂e/ano evitados
Próxima Ação Assinar contrato Ecomilhas (24 meses, faixa 2.001–3.000 colaboradores) e estruturar o onboarding Grand Prix por unidade: lançar Cenário A (troca para etanol) em Ticket Log e Repom e Cenário B (mudança de modal) em Ticket Serviços SP no mesmo mês.
P03 Eletrificação da Frota Própria (fase inicial — 11 veículos)
E1 Fase 2
MAC i +R$ 8.357/tCO₂e
Redução/Ano
11,03
tCO₂e/ano
CAPEX
R$ 1.290.000
investimento
ΔOpex/Ano
−R$ 77.396
economia
Prazo Impl.
18
meses
Objetivo
Eliminar as emissões de Escopo 1 da frota própria substituindo os veículos a combustão por elétricos. O projeto começa com 11 veículos — 1 a gasolina e 10 a etanol selecionados — como fase piloto antes de uma eventual expansão.
Cenário Atual
No ano de 2025, o grupo possuía 1 veículo a gasolina e 394 veículos a etanol distribuídos em 5 escritórios: Pinheiros (145), Repom/Alphaville (12), Ticket Log/Campo Bom (227), Edenred Pay/Alphaville (9) e Punto/Belém (1).

O único veículo a gasolina consome 6.192 L/ano, gerando 10,39 tCO₂e — calculado com o fator de emissão de 2,212 kgCO₂e/L. A frota a etanol consome 549.353 L/ano, totalizando 25,48 tCO₂e — calculado com o fator de 0,0464 kgCO₂e/L, que é o valor derivado diretamente do inventário Edenred 2025 (549.353 L ÷ 25.481 kgCO₂e). Esse fator considera apenas CH₄ e N₂O — o CO₂ da combustão de etanol é biogênico e não é contabilizado no inventário GHG.
Premissas — Cálculo da Redução
A fase inicial eletrifica 11 veículos, cujo consumo médio de etanol é obtido dividindo o total da frota: 549.353 L ÷ 394 = 1.394 L/veículo/ano.

· Gasolina (1 veículo): 6.192 L × 2,212 kgCO₂e/L ÷ 1.000 = 10,39 tCO₂e/ano eliminados
· Etanol (10 veículos): 10 × 1.394 L × 0,0464 kgCO₂e/L ÷ 1.000 = 0,65 tCO₂e/ano eliminados
· Total: 11,03 tCO₂e/ano
Lógica do CAPEX — R$ 1.290.000
O CAPEX cobre dois itens: aquisição de 11 veículos elétricos e instalação de infraestrutura de recarga.

· 11 EVs × R$110.000 = R$1.210.000. O preço de R$110k por veículo é a média de mercado entre BYD Dolphin Mini (~R$100k) e Renault Kwid E-Tech (~R$120k), os modelos mais acessíveis e adequados para frota corporativa urbana no Brasil. Cotações definitivas a obter com concessionários.
· Wallboxes + instalação elétrica: R$80.000 para instalação de carregadores nos escritórios que receberem os veículos. Inclui adequação da rede elétrica onde necessário.
Lógica do ΔOpex — −R$ 77.396/ano
A economia vem da diferença entre o custo de combustível eliminado e o novo custo de recarga elétrica.

Economia de combustível:
· Gasolina: 6.192 L × R$6,50/L = R$40.248/ano
· Etanol (10 veículos): 10 × 1.394 L × R$4,00/L = R$55.760/ano
· Subtotal economia: R$96.008/ano

Custo de recarga elétrica:
· 11 EVs × 2.250 kWh/ano × R$0,75/kWh = R$18.563/ano. O consumo de 2.250 kWh/veículo/ano assume percurso médio de 15.000 km com eficiência de 6,7 km/kWh, referência para EVs de porte compacto. A tarifa de R$0,75/kWh é a média comercial ANEEL 2024.
· Certificados I-REC: R$49,50/ano. Os EVs recarregados na rede elétrica geram emissões de Escopo 2. Para mantê-las zeradas (coerente com o IREC que já cobre 100% do E2 da Edenred), é necessário adquirir certificados adicionais para a energia de recarga: 11 × 2.250 kWh = 24.750 kWh = 24,75 MWh. Ao preço de I-REC de R$2/MWh, o custo anual é de 24,75 × R$2 = R$49,50/ano. Nota: esse valor é residual e pode ser absorvido pelo contrato de I-REC existente dependendo dos termos vigentes.

Líquido: R$96.008 − R$18.563 − R$49,50 = R$77.396 ≈ −R$77k/ano
Baseline Endereçado
35,87 tCO₂e/ano · E1 — Combustão Móvel (total)
Fase inicial (11 veículos): 11,03 tCO₂e/ano eliminados
384 veículos restantes: avaliação em fase posterior
Próxima Ação Solicitar cotações para 11 EVs junto a BYD e Renault; verificar capacidade da rede elétrica nas unidades selecionadas; confirmar termos do contrato I-REC vigente para absorção da recarga.

Revisão Metodológica

Duas frentes de atuação

Identificamos oportunidades de aprimorar o inventário substituindo estimativas financeiras por dados reais de atividade — e projetos concretos de descarbonização.

Potencial combinado de redução

18.912 tCO₂e
Total reportado
Total
Reportado 2025
−4.657,89 tCO₂e
−24,63%
Revisão
Metodológica
−747,06 tCO₂e/ano
Projetos de
Descarbonização
escala ilustrativa
13.506,85 tCO₂e
−28,58% vs. reportado
Emissões GHG
Potenciais

Sugestão de mudança de metodologia

E1
Combustão Estacionária
Geradores em edifícios compartilhados devem sair do E1
11,64 4,56 E1 +7,08 E3 Realocação
Hoje — todas as unidades
11,64
tCO₂e em E1 · alocação atual
Inclui geradores de edifícios onde a Edenred é inquilina
Permanece em E1
4,56
tCO₂e · Campo Bom
2.013 L de diesel · único gerador sob controle operacional da Edenred
Vai para E3 Cat. 8
+7,08
tCO₂e · Bens Arrendados
Pinheiros · Alphaville · Belém — controle do administrador do edifício
O total do inventário não muda. São os mesmos 11,64 tCO₂e — apenas a alocação muda de escopo. O impacto prático é na meta SBTi E1+E2, que parte de um baseline menor.
E3 Cat.1
IT Services
USD 31.415.700 · fator financeiro → estimativa por pessoas
2.693,52 tCO₂e ~42,2 tCO₂e −99,83%
Cálculo realizado no inventário de 2025
USD 31.415.700 × ajuste inflação × fator USEEIO/NAICS
2.693,52
tCO₂e
O valor de USD 31.415.700 representa o total pago ao fornecedor de serviços de TI em 2025, convertido com ajuste de inflação (0,974295). O fator de emissão EEIO/NAICS representa a intensidade média de carbono por dólar de receita do setor de TI.
Estimativa de emissões via abordagem de dados primários (por pessoas)
PBGHG Protocol · estimativa de atividade física real
~42,2
tCO₂e estimado
1 Proporção de mão de obra no contrato

Em contratos de TI, aproximadamente 60% do valor faturado corresponde a custos de mão de obra (salários + encargos). Premissa padrão PBGHG Protocol para serviços de tecnologia. USD 31.415.700 × 60% = USD 18.849.420

2 Custo médio por profissional

Salário médio de mercado para profissional de TI no Brasil: R$25.000/mês × 12 meses = R$300.000/ano. Convertido ao câmbio médio 2025 de R$5,5937/USD = USD 53.632/profissional/ano. USD 18.849.420 ÷ USD 53.632 = 351 profissionais estimados

3 Consumo elétrico das estações de trabalho

Consumo médio por estação: 150W (computador + monitor, referência PBGHG Protocol) × 8h/dia × 230 dias úteis/ano. Total: 351 profissionais × 276 kWh/profissional = 161,74 MWh/ano

Emissão estimada — Profissionais + Infraestrutura em Nuvem

· Estações de trabalho: 161,74 MWh × fator da rede elétrica = 4,46 tCO₂e
· Infraestrutura em nuvem: 40% do contrato × 0,003 kgCO₂e/USD = USD 12.566.280 × 0,003 ÷ 1.000 = 37,7 tCO₂e
Premissa: 40% do valor atribuído a cloud. A confirmar com a composição real do contrato.

Total: ~42,2 tCO₂e vs. 2.693,52 tCO₂e pelo fator financeiro → redução de 98,4%

Como solicitar ao fornecedor

A tabela abaixo orienta qual abordagem utilizar dependendo do que o fornecedor puder fornecer.

Frente de Atuação O que solicitar ao fornecedor Aplicação
1. Estimativa por Profissionais (FTE-based — Full-Time Equivalent: profissionais em tempo integral) Número de profissionais dedicados ao contrato + regime de trabalho + localização Consultoria, desenvolvimento e suporte de TI
2. Dashboards de Nuvem (Cloud-specific: específico para infraestrutura em nuvem) Relatório AWS Carbon Footprint, Azure Emissions Impact Dashboard ou Google Cloud Carbon Footprint Serviços em cloud / infraestrutura
3. Alocação por Receita (Fornecedor ESG — Environmental, Social and Governance) Inventário Escopo 1 e 2 + receita bruta anual do fornecedor SaaS (Software as a Service), consultorias e empresas com inventário
4. Consumo de Energia (Activity-based: baseado em atividade física mensurável) Consumo elétrico (kWh — quilowatt-hora) + PUE (Power Usage Effectiveness: energia total ÷ energia dos servidores) + localização da operação Data centers privados e colocation
5. Pegada de Carbono do Produto (PCF — Product Carbon Footprint) Fator de emissão por licença, usuário, TB (terabyte) armazenado ou transação Softwares e serviços escaláveis
E3 Cat.1
Business Consulting
USD 29.223.449 · fator financeiro → abordagem por atividades
2.078,48 tCO₂e 71,91 tCO₂e −96,54%
Cálculo realizado no inventário de 2025
USD 29.223.449 × ajuste inflação × fator USEEIO/NAICS
2.078,48
tCO₂e
O valor de USD 29.223.449 representa o total pago ao fornecedor de Business Consulting em 2025, convertido com ajuste de inflação (0,974295). O fator de emissão EEIO/NAICS representa a intensidade média de carbono por dólar de receita do setor de consultoria.
Estimativa de emissões via abordagem de dados primários (por atividades)
PBGHG Protocol · pessoas + viagens aéreas
71,91
tCO₂e
1 Consumo elétrico das estações — 80 profissionais

Estimativa de 80 consultores alocados ao escopo Edenred, derivada da proporção de mão de obra do contrato (USD 29.2M × 60% = USD 17.5M) dividida pelo custo médio anual de um consultor sênior no Brasil (~USD 219.000/ano). 80 consultores × 150W × 230 dias = 1,02 tCO₂e

2 Viagens aéreas dos consultores — 700 voos

Estimativa de deslocamentos para reuniões presenciais com a Edenred: 300 voos de curta distância (<1.000 km, média doméstica SP-capitais) + 400 voos de média distância (1.000–3.700 km, rotas regionais mais longas). Fator: 0,1354 kgCO₂e/pkm (DEFRA 2025, com RFI). Total: 70,89 tCO₂e
Premissa a confirmar com volume real de viagens do fornecedor em 2025.

Total revisado: 1,02 + 70,89 = 71,91 tCO₂e

A emissão das viagens aéreas domina (98,6% do total revisado). A estação de trabalho representa apenas 1,4% — coerente com a natureza do serviço de consultoria presencial.

Como solicitar ao fornecedor

A tabela abaixo orienta qual abordagem utilizar dependendo do que o fornecedor puder fornecer.

Frente de Atuação O que solicitar ao fornecedor Aplicação
1. Estimativa por Consultores (FTE-based — Full-Time Equivalent: profissionais em tempo integral) Número de consultores dedicados ao contrato + regime de trabalho + localização Consultoria estratégica, financeira, ESG e gestão
2. Viagens Corporativas (Travel-based) Quantidade de viagens realizadas + origem/destino + classe de voo + km percorridos Consultorias com reuniões presenciais, auditorias e visitas técnicas
3. Alocação por Receita (Fornecedor ESG — Environmental, Social and Governance) Inventário Escopo 1 e 2 + receita bruta anual do fornecedor Empresas de consultoria com inventário corporativo
4. Consumo de Escritórios (Office-based) Consumo elétrico dos escritórios utilizados + quantidade de profissionais alocados + localização Operações presenciais ou híbridas
E3 Cat.4
Frete Rodoviário — Revisão do Método de Cálculo
Fator financeiro NAICS → método por atividade (t.km) · Ticket Serviços, RB Transportes, Punto, Repom
3.358,45 tCO₂e ~5,36 tCO₂e −99,8%
Cálculo realizado no inventário de 2025
Gasto (USD) × ajuste inflação × fator NAICS
3.358,45
tCO₂e
Dados utilizados
· Ticket Serviços: USD 2.906.473
· RB Transportes: USD 1.305.958
· Punto: USD 291.389
· Repom: USD 9.347
· Ajuste inflação: 0,974295
Para os fatores de emissão do US EPA EEIO, foi utilizada a classificação de General Freight Trucking, Local como tipo de transporte. Por isso, foi estimado apenas o cenário de redução do transporte rodoviário.
O fator EEIO/NAICS representa a intensidade média de carbono de todo o setor de transporte norte-americano, incorporando não apenas o consumo de combustível, mas também salários, depreciação de frota, seguros, manutenção e overhead operacional. Já a abordagem por t.km considera diretamente a atividade física de transporte e as emissões associadas à combustão do combustível, estando mais alinhada à lógica do GHG Protocol para esse tipo de serviço.
Estimativa de emissões via abordagem de dados primários
Peso total (t) × km médio × fator t.km
~5,36
tCO₂e estimado
O que temos (dados reais)
Peso total expedido: 25,19 t — dado extraído do inventário GHG 2025. Na metodologia de t.km aplicada à Categoria 4, o peso total das expedições de cartões foi obtido a partir da quantidade de cartões expedidos e do peso unitário padrão de 17,44 g por cartão, totalizando 273.397 lotes registrados ao longo de 2025.
Km caminhão expedição: média real = 382 km · Km caminhão transferência: média real = 427 km. Cada lote percorre ambas as etapas: 809 km total
Fator de emissão — transporte rodoviário: 0,1754 kgCO₂e/t.km (DEFRA 2025, extraído da Seção 2 — Expedição de Cartões, mesma aba do memorial de cálculo)
O que estimamos
+50% sobre o peso dos cartões para documentos e embalagem, totalizando 37,79 t. Premissa conservadora — não é possível confirmar se o frete geral carrega apenas cartões ou outros itens.
Cálculo completo:
37,79 t × 809 km = 30.582 t.km
30.582 × 0,1754 kgCO₂e/t.km ÷ 1.000 = ~5,36 tCO₂e

Como solicitar ao fornecedor

A tabela abaixo orienta qual abordagem utilizar para obter dados que substituam a estimativa atual.

Frente de Atuação O que solicitar ao fornecedor Aplicação
1. CT-e (Conhecimento de Transporte eletrônico) Exportação dos CT-es emitidos para a Edenred em 2025, contendo: modal, UF origem/destino, peso da carga (kg) e distância percorrida Principal fonte — emitido obrigatoriamente para todo frete tributado no Brasil
2. Relatório de km por modal Total de km rodados em rotas da Edenred por tipo de veículo + peso médio por viagem, fornecido diretamente pelas transportadoras Ticket Serviços, RB Transportes, Punto e Repom — quando o CT-e não estiver acessível
3. Consumo de Combustível Total de litros de diesel consumidos nas rotas Edenred por transportadora, segregado por ano Cálculo direto via fator MCTI 2024 (2,603 kgCO₂e/L), sem necessidade de dados de peso ou distância

Cronograma de Implementação

Roadmap de Redução Anual

Quanto cada ano reduz nas emissões totais — incluindo revisão metodológica e projetos de descarbonização.

Metas SBTi por escopo

ESCOPO 1 + 2 — META 2030 (−51,4%)

Baseline revisado: 48,67 tCO₂e · Meta: 23,65 tCO₂e.
Com o piloto de 11 EVs: 37,60 t — 44% da meta (77% do baseline). Os 100% da meta são alcançados ~2030 com a expansão da frota (~228 EVs: 1 a gasolina + 227 a etanol), pois cada carro a etanol evita só ~0,065 t/ano.

ESCOPO 2 — ENERGIA ELÉTRICA

Market-based: 0 tCO₂e — o I-REC cobre 100% do consumo elétrico.
Meta já atingida (mantida enquanto o I-REC cobrir a recarga dos EVs).

ESCOPO 3 — META 2030 (−55%/M€)

Baseline revisado: 14.205 tCO₂e.
P01+P02+P04 reduzem −736 t → 13.469 t (95%). A meta é de intensidade (por M€ de valor adicionado): depende do crescimento do negócio e exige projetos adicionais além dos atuais.

Science Based Targets

Metas SBTi — Edenred

Compromissos climáticos validados e contribuição do portfólio MAC.

Curto Prazo · Até 2030
−51,4%
Escopos 1 e 2 · Emissões absolutas
Redução absoluta nas emissões diretas (E1) e de energia adquirida (E2)
Curto Prazo · Até 2030
−55%
Escopo 3 · Por M€ de valor adicionado
Redução nas emissões indiretas da cadeia de valor (métrica de intensidade)
Ver detalhamento: impacto da revisão metodológica nas metas E1+E2 e E3
E1 + E2 — Meta 2030 (−51,4%)
E1+E2 atual (reportado)55,75 tCO₂e
Após realocação comb. estacionária revisão48,67 tCO₂e
Após revisão + P03 projeto37,60 tCO₂e
Meta 2030 (baseline revisado)23,65 tCO₂e
Status 2025META NÃO ATINGIDA

Com o piloto de 11 EVs, o E1+E2 chega a 37,60 tCO₂e — acima da meta de 23,65 tCO₂e (−51,4% sobre o baseline revisado de 48,67). Como a eletrificação da frota é a única alavanca de Escopo 1, atingir a meta exige eletrificar ~228 veículos no total (1 a gasolina + 227 a etanol), 217 além do piloto de 11. Cada veículo a etanol evita ~0,065 tCO₂e/ano; o de gasolina, 10,39 tCO₂e/ano.

Redução combinada: −28,58% (−5.404,95 tCO₂e) — revisão metodológica −4.657,89 tCO₂e + projetos −747,06 tCO₂e/ano. Emissões GHG potenciais: 13.506,85 tCO₂e.